sábado, 4 de outubro de 2008

Poemas de Jorge Cooper

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Poema trigésimo-quarto
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A solidão em que a morte
deixa o morto
É maior que a solidão da lua
Minha solidão soma
a solidão do morto
e a solidão da lua
- Sou mais só
que um louco.
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Poema Décimo
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A idade me diz
ser tempo de
passar a vida a limpo
- (Não custa passar a vida a limpo
Não lhe tenho é o rascunho.
<>
Poema
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Só morto
o homem enterra o seu passado
cavalga o dorso do tempo
não olha mais para os lados
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- (Fez o seu encontro de contas
vai de si mesmo saldado)
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3 comentários:

Luzia M. Cardoso disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luzia M. Cardoso disse...

Poeta, achei essa poesia muio linda.

Anônimo disse...

poderia ter mais coisas falando sobre jorge cooper .
Hoooooooooooooooooooooooooooooorrivel